Palestra sobre orquídeas marca Dia do Biólogo na Unifeob

Palestra sobre orquídeas marca Dia do Biólogo na Unifeob

O biólogo Luciano Zandoná explicou como é seu trabalho de preservação e resgate da flora

Para comemorar o Dia do Biólogo (3 de setembro), o curso de Ciências Biológicas da Unifeob convidou o fotógrafo e biólogo especialista em orquídeas Luciano Ramos Zandoná, responsável pela Equipe de Resgate de Flora do município de Guarulhos, para contar sobre sua experiência na preservação dessa espécie. Apresentado pela coordenadora Cíntia Rossi, o webinar teve grande interação do público com o palestrante, que abordou o comércio ilegal e estratégias para a conservação de orquídeas.

“A presença do Luciano, indicado pelo professor Plínio Aiub, foi um grande presente para a gente. O trabalho dele é maravilhoso e precisa ser divulgado”, ressalta Cíntia. Para ela, o bate-papo foi um grande incentivo para os futuros biólogos. “Temos muitos estudantes interessados na área ambiental, principalmente em Botânica”.

Assista à palestra “Estratégias para a conservação de orquídeas” de Luciano Zandoná no canal oficial da Unifeob no YouTube

Fantástico e NatGeo

O trabalho de Luciano repercute no mundo todo e já foi objeto de reportagens de grandes mídias, como Fantástico e National Geographic. “Algumas vezes a gente consegue dar amplitude ao problema e foi isso que o Fantástico fez. Nós participamos de um programa falando sobre o comércio ilegal de orquídeas”.

“Temos muitos estudantes interessados na área ambiental, principalmente em Botânica”, diz a coordenadora do curso de Ciências Biológicas da Unifeob, Cíntia Rossi

Ele afirma também sentir grande orgulho por ter participado da revista de moldura amarela. “Eu fui convidado para apresentar nosso trabalho de conservação na NatGeo no programa Brasil Selvagem: Biomas, escalando, realocando as plantas. Foi mais uma janela para falar de ciência e pesquisa e, como biólogo, uma grande felicidade”.

Por fim, Luciano, que também é fotógrafo, ressalta a importância da documentação fotográfica de um trabalho como esse. “É a melhor forma de sensibilizar pessoas e conseguir financiamentos para nossas atividades, sem contar a possibilidade de poder divulgar a ciência para leigos de forma palatável”, conclui.