Unifeob anuncia evolução tecnopedagógica em aulas

Unifeob anuncia evolução tecnopedagógica em aulas

Com o advento da Educação 4.0, a instituição reformula o processo de ensino-aprendizagem

O objetivo da Unifeob, além de formar especialistas, é possibilitar aos estudantes o desenvolvimento de suas potencialidades, autoconhecimento e preparo para as novas exigências da sociedade. Para isso, a instituição utiliza o que tem de melhor: docentes especialistas em suas áreas de atuação; uma infraestrutura gigante, com diversos campi; Projetos Integrados (PIs) para uma educação interdisciplinar e uma aprendizagem significativa; tecnologia de ponta implantada em todos os cursos; parcerias com multinacionais; e um Projeto Pedagógico Institucional (PPI) premiado e reconhecido nacionalmente – há pouco tempo, tema vencedor do Prêmio Nacional de Gestão Educacional (PNGE) 2020.

Atualmente, a maior parte das instituições de ensino procura meios de implementar pelo menos parte do que a Unifeob disponibiliza aos seus universitários desde 2012. Para o ano de 2021, com o retorno gradual das atividades presenciais – cursos de pós-graduação em janeiro e de graduação em março, de acordo com a legislação –, gestores e coordenadores informam mais um salto de inovação e qualidade: a aplicação de tecnologia de ponta em todos os cursos da instituição e o fortalecimento do trabalho por projetos, para que estudantes exercitem e coloquem em prática os conhecimentos adquiridos e os apliquem em situações-problemas reais, por meio da extensão e do Dia Maker, uma oportunidade no período letivo para aperfeiçoar habilidades.

Competências atitudinais e para a vida

Essa nova perspectiva de ensino dá a devida importância ao desenvolvimento socioemocional, bem como ao autoconhecimento. Longlife learning, adaptação constante, exercício do raciocínio lógico, gerenciamento do tempo e convivência com a diversidade são somente alguns dos tópicos trabalhados de forma transversal ao longo de qualquer graduação na Unifeob, por meio de unidades de estudo dispostas no ambiente virtual de aprendizagem.

Ao todo, são nove competências atitudinais cuidadosamente selecionadas e trabalhadas durante os cursos. O processo é acompanhado de perto por professores orientadores, cuja responsabilidade é debater, ensinar, sugerir e avaliar comportamentos durante dinâmicas específicas. O objetivo é submeter os futuros profissionais a momentos de tomada de decisão, consciência e feedbacks, de forma descontraída e natural; assim, os universitários se sentem à vontade para aprender e se desenvolver sem receios.

Aprendizagem significativa

Para aplicar todas as melhorias no método de ensino hoje prestigiado da Unifeob, foi necessário preparar o corpo docente para enxergar a educação sob uma nova ótica, em um processo gradual de treinamentos periódicos ao longo de quase uma década. As metodologias ativas foram introduzidas nas salas de aula e ganharam espaço, principalmente por sua relação próxima com a tecnologia. Deste modo, estudantes passam a ser protagonistas de sua própria aprendizagem e adquirem autonomia para atuar com confiança no mercado de trabalho e na vida pessoal.

Entre as técnicas utilizadas com sucesso no dia a dia da instituição estão a aprendizagem baseada em projetos; a aprendizagem baseada em problemas; a gamificação; os estudos de caso; a sala de aula invertida; e a aprendizagem entre pares ou times. Com isso, além da aprendizagem passiva (ler, escrever, observar, ver e ouvir), os estudantes da Unifeob se apropriam do conhecimento ao aplicá-los na prática (discutir, treinar e ensinar), com base na teoria da Pirâmide de Aprendizagem do psiquiatra americano William Glasser.

A importância de uma aprendizagem significativa, na qual estudantes entendam com facilidade o porquê de aprender algo e como utilizar isso na profissão escolhida, é levada em consideração quando qualquer curso da Unifeob é elaborado; as estruturas curriculares, portanto, são divididas em módulos. Isso significa que as unidades de estudo se complementam e, acima de tudo, criam contexto e sentido para os futuros profissionais. Tal organização também permite a elaboração de Projetos Integrados e de extensão.

Inteligência Artificial e laboratórios virtuais

O investimento contínuo em tecnologia trouxe facilidades únicas para os estudantes Unifeob. Nas Engenharias, está sendo implantado o sistema de Inteligência Artificial (IA) Aleks, importado de escolas e universidades dos Estados Unidos, em parceria com o Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo (Semesp) e a gigante McGraw-Hill Education, editora de conteúdo educacional e matemática de aprendizagem. No segundo semestre de 2020, o sistema foi testado e aprovado por mais de 120 estudantes, por avaliar, monitorar e orientar o aprendizado de matemática.

Além dos modernos e variados laboratórios físicos, também foram disponibilizados laboratórios em ambientes de realidade virtual. Embora a prática presencial continue idêntica, com a aquisição recente de mais equipamentos para 2021 inclusive, os laboratórios virtuais permitem a execução de aulas e experimentos em qualquer horário, além da repetição sem limitações de tempo, agendamento e material. Para os universitários, é um complemento incomparável que assegura um aprendizado personalizado e apropriação dos conhecimentos.

Desenvolvimento

A reestruturação do PPI remonta ao ano de 2012. Elaborado pela equipe acadêmica encabeçada pelo hoje Reitor José Roberto Almeida Junqueira, fundamenta o desenvolvimento dos estudantes em três principais eixos: o acadêmico, o profissional e o de formação para a vida. Quem tem a oportunidade de se graduar na Unifeob, por conseguinte, aprende muito além das habilidades práticas e teóricas necessárias para o bom desempenho de uma profissão, pois desenvolve também competências atitudinais e socioemocionais – indispensáveis para o mercado de trabalho.

Nos quase 10 anos em que a primeira versão deste PPI foi idealizada, muitas melhorias foram acrescentadas (embora a base sólida, legitimada por especialistas em educação de todo o Brasil, se mantenha intacta). A mais importante, no entanto, foi implantada em 2017: a parceria com a Google for Education. Além de tecnologias e plataformas digitais exclusivas para parceiros, o programa Aluno Tutor propicia a interessados possibilidades como visitas técnicas aos escritórios Google, capacitações on-line e presenciais em diferentes tecnologias e networking com profissionais e estudantes de todas as regiões do país. Hoje, vários docentes, colaboradores e estudantes da instituição têm certificações Google de alto nível, por conta do longo tempo de parceria.

Desde então, o aprimoramento digital se faz mais presente a cada dia, o que colabora diretamente para o aumento do Índice Geral de Cursos (IGC), avaliação de qualidade do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), vinculado ao Ministério da Educação (MEC). Hoje, estudantes da Unifeob podem desfrutar de plataformas com aulas síncronas e assíncronas; Inteligência Artificial; laboratórios virtuais; equipamentos de tecnologia de ponta específicos para cada curso; eventos de capacitação presenciais e virtuais; avaliação digital; projetos de extensão inovadores; orientação profissional; oportunidades de internacionalização com bolsas; projetos sociais; e contato direto com professores e coordenadores de cursos por diversos meios.

Virtualização

O ano de 2020 foi um divisor de águas para as instituições de ensino superior (IES): muitas descobriram não ter meios e know-how para suprir a falta de tecnologia. Outras buscaram soluções de última hora e demoraram meses para encontrar alternativas capazes de amparar estudantes e professores. Poucas, no entanto, tiveram o êxito da Unifeob com a virtualização; em menos de uma semana, mais de 90% de todas as atividades acadêmicas e administrativas haviam se tornado remotas – sem traumas, atrasos ou complicações.

Março foi o mês em que a aptidão tecnológica e organizacional de todas as companhias foi colocada à prova. Devido ao risco iminente da pandemia de coronavírus, a Unifeob constituiu o Comitê Emergencial Multidisciplinar Covid-19 (CEM-19), composto por coordenadores de curso, especialistas, membros da Reitoria e colaboradores administrativos.

Com reuniões semanais para definir ações baseadas em cada nova informação, estruturou-se a virtualização, lançando mão da gigantesca estrutura de Tecnologia de Informação (TI), o maior sistema de Wi-Fi de longo alcance e o maior link de internet que uma operadora de telefonia pode fornecer, além de parcerias com as multinacionais Google, Microsoft e Amazon. Professores e estudantes têm acesso a diversas plataformas desenvolvidas especificamente para aulas virtuais — Classroom, Forms, Tasks, Hangouts, mapas mentais, realidade virtual e realidade aumentada, entre outros.

Atributos como esses não são adquiridos de improviso, apenas como reação a adversidades. O planejamento meticuloso dos gestores da Unifeob desde 2012 resultou não apenas nestes recursos tecnológicos consideráveis para o ano atípico de 2020, mas também na capacitação indispensável dos profissionais de todos os setores que compõem a IES. Não por acaso, menos de um mês após o fechamento dos campi, a Unifeob recebia diversos pedidos de treinamento para funcionários e professores de outras instituições.