Professor da Unifeob se destaca em concurso nacional de Arquitetura e Urbanismo

Professor da Unifeob se destaca em concurso nacional de Arquitetura e Urbanismo

O professor Frederico Costa fez parte da equipe que ficou entre os três primeiros colocados no Concurso Fábrica Mascarenhas 

O time do professor da Unifeob, Frederico Costa, se destacou em um concurso nacional de arquitetura: o Fábrica Mascarenhas. Foram mais de 130 inscrições de escritórios de todo o Brasil, embora apenas 35 tenham chegado à fase de conclusão. “A competição envolveu temas que vão do urbanismo à preservação do patrimônio histórico”, explica o docente. “Apesar de a minha equipe ser toda de arquitetos, cada profissional tem uma inclinação para uma especialidade diferente”.

Organizado pela Prefeitura de Juiz de Fora – MG e pelo Instituto de Arquitetos do Brasil – Depto. de Minas Gerais (IAB–MG), o concurso aconteceu de 12 de setembro a 11 de dezembro, quando foram anunciados os vencedores. “É um chamamento público de projetos, ou seja, uma modalidade de contratação de serviços arquitetônicos pelo poder público, escolhidos por um júri pela qualificação; um procedimento padrão para garantir qualidade à cidade”, ressalta Fred. “A importância desse resultado para mim e para a Unifeob é saber que estamos oferecendo aos estudantes o que de melhor tem sido debatido na produção da arquitetura nacional, trazendo ideias inovadoras e pontos de vista pertinentes”.

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Segundo o coordenador do curso de Arquitetura e Urbanismo, Ricardo Ciaco, uma vitória em um concurso nacional é fonte de grande inspiração para os estudantes. “Em competições como essa  também nascem grandes nomes da arquitetura. Quando universitários participam e conseguem se destacar, como aconteceu com o professor Fred, além do reconhecimento pelo trabalho, também começa a ser feita uma projeção de seus nomes. Inclusive, a gente insiste para que eles se envolvam com a modalidade desse concurso: é uma tendência, vai aumentar muito com o passar do tempo, nas próximas evoluções do mercado”.

“A importância desse resultado para mim e para a Unifeob é saber que estamos oferecendo aos estudantes o que de melhor tem sido debatido na produção da arquitetura nacional, trazendo ideias inovadoras e pontos de vista pertinentes”, diz o professor de Arquitetura e Urbanismo, Frederico Costa

Para Ricardo, ter no quadro professores que, além de atuar no ambiente acadêmico, também trabalham em escritórios é um diferencial valioso para a formação de futuros profissionais de Arquitetura e Urbanismo. “Eles estão com a mão na massa, no mercado. Isso faz toda a diferença para um projeto inovador como o nosso, que visa o desenvolvimento de competências técnicas e atitudinais”, explica. “É um Projeto Pedagógico muito diferenciado em relação às outras faculdades de Arquitetura e Urbanismo, resultado de um esforço descomunal por parte dos docentes e da instituição”.

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Concurso Fábrica Mascarenhas

Nesta edição, a proposta foi elaborar a requalificação do Complexo Turístico e Cultural Bernardo Mascarenhas (CTCBM) e a Rua Paulo de Frontin, em Juiz de Fora. A estrutura abrange uma área de 17 mil m² e, além do centro cultural, compreende a Praça Antônio Carlos, os edifícios da Biblioteca Municipal, da Secretaria de Educação e a área do Mercado Municipal. O objetivo era torná-lo um destino mais atrativo à população e turistas.

“Gostamos muito do resultado, conseguimos dar uma resposta bastante satisfatória, que valoriza o conjunto arquitetônico da antiga fábrica através de uma reconexão com as transformações urbanas que ocorreram ao seu redor ao longo da história, além daquelas que se pretende promover para o futuro”, conta o professor Fred. “O trabalho foi desenvolvido com o Escritório Estúdio +1, sediado em São Paulo, e contou com a participação de outros profissionais além de mim”. Ele cita como exemplo Luiz Milan, um dos sócios do escritório, cuja família é também sanjoanense.

Conceito

Trecho extraído do texto de conceito do trabalho do Escritório Estúdio +1:

“(…) A íntima relação entre o complexo e a cidade de Juiz de Fora foram os pontos de partida para elaborarmos nossa proposta, conscientes de que o direito à cidade passa também pelo direito à memória e à cultura, sendo assim, pelo direito à arquitetura. (…) Nosso principal objetivo foi valorizar todas as faces e fachadas do conjunto, evitando uma percepção hierarquizada entre ‘frentes’ e ‘fundos’, destacando o potencial que havia em cada um dos acessos como elementos distintos de acolhimento e fruição”.