Estudante da UNIFEOB representa o Brasil em Congresso nos Estados Unidos

Estudante da UNIFEOB representa o Brasil em Congresso nos Estados Unidos

Na última semana, a estudante do curso de Direito, Marcia Maeno, esteve nos Estados Unidos, onde representou a UNIFEOB em um Congresso promovido pela AAUW (American Association of University Women). A estudante foi selecionada a partir de um edital aberto no início deste ano, pelo Conexão.

O evento aconteceu entre os dias 30 de maio e 2 de junho, na Universidade de Maryland. A UNIFEOB foi a única instituição de fora dos Estados Unidos a participar do evento. “Foram dias intensos e de muito aprendizado. Pudemos aprender muito com as outras universidades, trocar experiências e perceber que em alguns aspectos não estamos tão para trás como pensamos”, contou a estudante.

Márcia contou com o apoio da gestora do Conexão, Luciana Junqueira, durante os dias de Congresso. Elas participaram de workshops, palestras e eventos sobre empoderamento feminino. “Foi muito diferente de tudo que já participei e levarei comigo para o resto da vida. Contamos que somos da UNIFEOB, uma universidade no interior de São Paulo, e as pessoas que lá estavam ficaram muito surpresas, pois éramos a única instituição estrangeira participante. Pude falar um pouco sobre o MEU (Movimento de Empoderamento Universitário), e como as ações propostas podem mudar a vida dos universitários que se sentem sem representatividade”, relembra Marcia.

“Acredito ter sido uma oportunidade única para a nossa estudante Márcia, que pôde estar entre outras 600 estudantes dos EUA falando e discutindo sobre temas que muitas vezes não são discutidos abertamente, como assédio moral e sexual em ambiente acadêmico e de trabalho, diferença salarial por ser mulher, liderança, entre outros”, afirma Luciana.

A participação no Congresso se deu por meio do MEU, o Movimento de Empoderamento Universitário, que vem realizando ações durante todo o ano no Centro Universitário, para envolver todos os estudantes. “Em uma sociedade com dificuldade em encontrar bons exemplos, pudemos assistir a muitas jovens aprendendo com grandes mulheres, como Vlora Çitaku e Tarana Burke.  Acredito ter sido mais um passo importante para o empoderamento no campus e vimos que estamos no caminho certo”, finaliza Luciana.