PROFESSOR DA AGRONOMIA ENTRE OS MELHORES DO PAÍS

PROFESSOR  DA AGRONOMIA ENTRE OS MELHORES DO PAÍS

O professor de Engenharia Agronômica da UNIFEOB Tiago Tezotto faz parte de um seleto grupo de pesquisadores, denominado de Buffalo Team, que une grandes nomes de todo o país em busca de uma agricultura mais sustentável com equilíbrio no uso de água e nutrientes nas lavoura.

De acordo com o último relatório de Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil, da Agência Nacional de Águas (ANA), a atividade agrícola é responsável pelo uso de 72% dos recursos hídricos utilizados no Brasil, onde grande parte dessa água é utilizada pelas plantas para a manutenção da produção agrícola e pecuária.

Lembrando que o PIB do Agronegócio representa aproximadamente 30% do total da economia brasileira, é muito importante buscar inovações tecnológicas que aumentem a eficiência no uso dos recursos naturais, melhorem a produção agropecuária e dê mais sustentabilidade ao Agronegócio Brasileiro.

Pensando nisso, a UPL Brasil, empresa global de produção, pesquisa e venda de defensivos e fertilizantes, criou o Buffalo Team, unindo especialistas de todo o país, de diferentes áreas, para discutir os conceitos água e fertilidade dos solos, nutrição e fisiologia plantas, buscando desenvolver tecnologias que proporcionem uma nutrição mais eficiente com menor uso de recursos naturais, assim produzindo alimentos de forma mais sustentável e ao mesmo tempo eficiente para as futuras gerações.

“Cada vez mais temos que pensar no ambiente e fazer com que nossos produtores trabalhem de forma sustentável e também tenham um excelente retorno financeiro com isso. A ideia do Buffalo Team é reunir os pesquisadores mais renomados para buscar na nutrição inteligente e em uma hidratação continua do solo uma resposta para essa questão”, explica Luiz Fernando Schmitt, responsável pela unidade de negócios de nutrição da UPL Brasil.

Para auxiliar neste trabalho, o Buffalo Team buscou reunir estudiosos em diversas áreas relacionadas a nutrição das plantas e de diversas regiões do país, com objetivo de criar soluções conjuntas para impactar positivamente os mais variados tipos de cultivo.

“Cada pesquisador traz a sua realidade, mas no fim o problema é o mesmo. São experiências diferentes que podem contribuir para uma solução unificada. Esta primeira reunião do grupo pode desencadear resultados importantes para todos os produtores no Brasil. Esses estudos em grupo geram conhecimento que podem e devem ser difundidos para que nossas lavouras sejam mais produtivas e sustentáveis no futuro”, completa Schmitt.